Assistíamos a parada gay em Recife, da varanda do apartamento de um colega nosso. Varanda pequena para tanta gente amontoada, vendo a multidão passar lá na rua, oito andares abaixo.
Eu consegui ficar na frente e tinha visão privilegiada. Muitos, atrás, se esgueiravam, para conseguir ver alguma coisa.
Principalmente quando vinha uma atração famosa, todo mundo se apertava pra ver. Nesses momentos, e depois com mais frequência, comecei a sentir um corpo pressionar o meu contra a grade da varanda. Sentia a pressão suave de seu corpo nas minhas costas e a respiração contida por cima do meu ombro... Comecei a me arrepiar.
Notei que algumas vezes, o corpo se demorava sobre o meu, e numa dessas vezes deu pra sentir seu pau duro roçando na minha bunda. Rebolei discretamente, dando concordância ao ralatório. E o esfrega continuou... Alguns momentos eu sentia mesmo sua rola acertar meu cu, por sobre as roupas... Eu colocava as mãos para trás e acariciava, sobre a calça, aquele promissor caralho. Nessas horas eu sentia uma gemidinha discreta no meu ouvido.
Foi quando deu uma queda de energia e faltou a luz. Depois da gritaria característica, continuamos a ver o desfile, sem ligar para a escuridão.
Não hesitei mais... Baixei meu short e encostei minha bunda nele. Senti que ele também baixou o dele e pude perceber sua rola entre minhas coxas, dura, à procura de onde entrar.
Fui tateando com a mão, e, ao sentir a maciez de seus pêlos e o tronco de sua pica, direcionei-a ao meu buraquinho, que, a essa altura, piscava desesperadamente.
Ele aprumou-se e foi se enfiando devagar em mim. Fui sentindo aquele macho penetrando meu cu e uma onda gostosa de calor foi me inundando.
Ele, discretamente, entrava e saía de mim, ao ritmo do axé que tocava lá embaixo... Foi quando senti suas bolas encostando na minha bunda e seu corpo estremecer... Ele estava gozando em mim. Senti a porra percorrer aquela rola e jogar-se dentro de mim, enquanto ele gemia no meu ouvido e me chamava de gostoso.
Ficamos encostados assim, por alguns minutos, ele cansado, arfando no meu pescoço, e eu numa felicidade só, com seu leitinho se derramando pelas minhas coxas.
Ele, então passou a mão para a minha frente e pegou meu cacete, que estava super-duro, e começou a me punhetar. Eu quase não acreditava que estava vivendo aquela felicidade toda.
A suavidade de sua mão, o carinho com que me masturbava e o calor de seu corpo sobre minhas costas foram suficientes para em pouquíssimo tempo sentir os raios do gozo percorrer minhas pernas, se concentrar na minha pica e explodir numa gozada louca, atravessando a grade da varanda e caindo lá embaixo, sobre a multidão.
Nos recompomos a tempo de, ao voltar a luz, nos encontrarmos tranquilos, como se nada tivesse acontecido.
Mas quem olhasse bem para nossos rostos, com certeza veria uma felicidade e um brilho como nunca ninguém vira antes...
Depois dessa aventura rápida, ele deu uma desculpa qualquer, foi embora... E nunca mais nos vimos...
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